Dissertações/Teses

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2019
Descrição
  • MARCOS BANDEIRA SANTOS
  • CONTRIBUIÇÕES PARA UM MAPEAMENTO DOS CONFLITOS
    SOCIOAMBIENTAIS NO TERRITÓRIO DE IDENTIDADE VALE DO JIQUIRIÇÁ –
    BAHIA – BRASIL.

  • Orientador : LUIS FLAVIO REIS GODINHO
  • Data: 19/09/2019
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  • O presente estudo faz um levantamento das problemáticas socioambientais do Território de Identidade (TI) Vale do Jiquiriçá que, em algum grau tem levado a situações de conflitualidade. Trata-se de uma pesquisa qualitativa de natureza exploratória, cujo objetivo é contribuir para identificação e problematização dos conflitos socioambientais no referido território. Objetivou-se ainda ao longo do percurso, identificar contradições em narrativas, desde a História dita oficial de alguns municípios, até a dificuldade na percepção dos sujeitos no que se refere às problemáticas vividas enquanto conflitos socioambientais, além de propor uma reflexão sobre os limites e possibilidades do instrumento cartográfico. Ao todo, foram identificadas 60 situações, distribuídas em 18 dos 20 municípios do TI, o que possibilitou a construção de um mapa temático. Tem-se como ponto de partida a definição de 11 indicadores inseridos no campo da chamada questão ambiental, os quais contribuem para a construção de um quadro referencial bastante profícuo para a consolidação de estudos futuros no que tange as questões arroladas. Após a sistematização dos dados coletados e discussão teórica sob a luz do Materialismo Histórico Dialético, pretende-se subsidiar estudos futuros para um mapeamento mais amplo dos Conflitos Socioambientais do TI Vale do Jiquiriçá.

  • ANA ELISA ANTUNES DE OLIVEIRA
  • PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO E A CONSTRUÇÃO DA ESCOLA DO CAMPO: DESAFIOS E POSSIBILIDADES NA ESCOLA ESTADUAL LÍDIO ALMEIDA NO DISTRITO DE ITAPIRU, RUBIM/MG

  • Orientador : TERCIANA VIDAL MOURA
  • Data: 02/09/2019
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  • A presente pesquisa teve como objetivo de estudo construir ações coletivas para que a Escola Estadual Lídio Almeida, localizada no distrito de Itapiru, município de Rubim/MG, no Vale do Jequitinhonha pudesse reconhecer e refletir a identidade da Escola do Campo, tendo os princípios da Educação do Campo como eixos norteadores. Esse movimento de investiga-ação surge ao identificar que a escola reconhecida como Escola do Campo pelas Diretrizes da Educação do Campo do Estado de Minas Gerais mantinha seu Projeto Político-Pedagógico sem nenhuma relação com a realidade do campo. Frente a tais circunstâncias e, como integrante do corpo docente da escola, não foi possível visualizar outro horizonte que não fosse pelo referencial metodológico da pesquisa-ação, um tipo de pesquisa que possibilita uma aproximação com os sujeitos, onde pesquisadores e participantes se envolvem de modo cooperativo e participativo tendo como objetivo solucionar problemas coletivos. Nessa perspectiva, buscou-se viabilizar ao grupo elementos para problematizar a situação estudada e discutida de modo que pudessem exercitar reflexões e construir, coletivamente, ações para pensar o Projeto Político-Pedagógico, a partir da realidade da comunidade e dos sujeitos campesinos que dela fazem parte. Para o desenvolvimento desta pesquisa-ação, utilizamos como instrumentos para leitura e problematização da realidade, observação participante, análise documental, aplicação de questionário, Círculo de Cultura e roda de conversa. O Círculo de Cultura apresenta como instrumento dialógico com potencial de mobilização onde os sujeitos constroem ações capazes de transformar a realidade. A pesquisa aponta que, mesmo estando a Escola do Campo instituída nos moldes regulares é possível a construção de práticas pedagógicas emancipatórias, onde os anseios e necessidades dos sujeitos do campo sejam determinantes na construção de um Projeto Político-Pedagógico que se constitua como instrumento de luta e norteador das práticas educativas

  • ROSINETE DOS SANTOS XAVIER
  • ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO EM CLASSES
    MULTISSERIADAS: orientações didáticas no contexto da Educação do Campo

  • Data: 02/09/2019
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  • Este trabalho é fruto de um processo de pesquisa intitulada Organização do trabalho
    pedagógico em classes multisseriadas: orientações didáticas no contexto da Educação do
    Campo. O objetivo geral da referente pesquisa consiste em propor alternativas pedagógicas
    alinhadas ao contexto campesino multisseriado da educação do campo no município de Codó-
    MA a partir de “pistas” construídas e subsidiadas pelo contexto do campo empírico da
    pesquisa. Para tanto, propôs-se realizar inicialmente uma pesquisa bibliográfica acerca dos
    três eixos estruturantes deste trabalho: educação do campo, classes multisseriadas e formação
    de professores na perspectiva da educação do campo. Assim, do ponto de vista de sua
    natureza, a pesquisa é aplicada. Do ponto de vista da forma de abordagem da investigação a
    pesquisa é qualitativa, entendendo que essa seria mais adequada para se perceber os processos
    e o aprofundamento necessários às questões inerentes à multisseriação. Do ponto de vista de
    seus objetivos, esta pesquisa foi classificada como exploratória e descritiva. Do ponto de vista
    dos procedimentos técnicos, o presente estudo se propõe a relatar a pesquisa de campo cujo
    foco são os docentes regentes de turmas multisseriadas da Educação do Campo no município
    de Codó - MA e, consequentemente suas práticas pedagógicas. A presente investigação
    sustentou-se teoricamente principalmente em autores como: Hage (2005; 2006; 2011), Moura
    (2014; 2018), Santos (2015), Molina (2011; 2014; 2015; 2017), Caldart (2002; 2010; 2012),
    Parente (2014; 2010; 2006) e Arroyo (2004; 2006; 2007; 2011). O grupo de professores (as)
    colaboradores (as) que participaram da investigação envolveu inicialmente um total de vinte
    (20) da rede municipal de ensino de Codó-MA que atuam em contextos de multisseriação. De
    forma complementar foi realizada uma entrevista semiestruturada com dez (10) docentes que
    não foram contemplados com a aplicação dos questionários. A pesquisa revelou os obstáculos
    enfrentados no cotidiano docente, evidenciando a subalternidade que é relegada as classes
    multisseriadas. Com bases nessas constatações, buscamos elaborar um Caderno Pedagógico
    com narrativas acerca dos eixos estruturantes da pesquisa e ainda, sugestões de práticas
    pedagógicas sintonizadas com a multissérie

  • LEO JAIME FERREIRA VELOSO
  • A EDUCAÇÃO DO CAMPO COMO POSSIBILIDADE DE EFETIVAÇÃO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: uma experiência de intervenção na Escola Municipal Rui Barbosa no Assentamento Palmeiral - Vietnã, Esperantinópolis - MA 

  • Orientador : TATIANA RIBEIRO VELLOSO
  • Data: 29/08/2019
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  • O estudo tem como objetivo de compreender como a Escola Municipal Rui Barbosa vem trabalhado a temática ambiental e os principais elementos causadores da devastação do meio ambiente no Assentamento Palmeiral-Vietnã, no município de Esperantinópolis - MA, bem como os conflitos pela posse da terra no Médio-Mearim e a luta pelo direito às políticas públicas, dentre elas, a Educação do Campo nas suas ações pedagógicas na relação do ambiente escolar com o assentamento. Neste contexto, entende-se que as ações predatórias da natureza se intensificaram no campo, principalmente, com a monocultura do agronegócio, afetando diretamente, milhares de famílias campesinas que vivem da produção familiar, especialmente no século passado. No intuito de conhecer como se estabelece essas relações e contradições no campo, sentiu-se a necessidade de compreender o papel dos movimentos sociais campesinos no Médio-Mearim maranhense e, particularmente, o trabalho desenvolvido pela Escola Municipal Rui Barbosa, no projeto de assentamento Palmeiral-Vietnã. Além disso, buscou-se no contexto da temática discutida, trazer a discussão sobre educação do campo como alternativa para o desenvolvimento de um trabalho mais voltado a realidade do assentamento. Para tanto, como percurso metodológico além do estudo de referenciais bibliográficos abordando temas relacionados à luta pela terra, Movimentos Sociais do Campo, Educação do Campo e Meio Ambiente, foi realizado trabalho de campo, dando ênfase às entrevistas semiestruturadas o corpo docente, discente da escola, lideranças comunitárias e sindicais e gestores municipais de educação e de meio ambiente. Assim, constatou-se a grave crise ambiental dentro do assentamento, ocasionada pela ação predatória do ser humano ao longo dos anos. No intuito de mobilizar a comunidade escolar rumo à construção de alternativas para a contenção das atividades humanas relacionadas as agressões contra a biodiversidade local, a pesquisa apresentou como proposta de intervenção a partir da construção coletiva de um viveiro de mudas para reflorestamento e frutíferas que teve como culminância a recuperação de uma área degradada às margens do rio Mearim, dentro do assentamento e a distribuição das mudas frutíferas nas comunidades de abrangência da escola, bem como um espaço de formação pedagógica da comunidade escolar na relação com o assentamento. A partir da reflexão coletiva da experiência, os envolvidos no processo puderam compreender a importância da
    escola em trazer a discussão da realidade local como tema norteador a ser trabalhado em sala de aula. Neste sentido, a Educação do Campo caracteriza-se como alternativa de inclusão social dos camponeses na busca pelo conhecimento sistematizado capaz de formar cidadãos críticos em condições de intervir e transformar sua realidade social.

  • MARIA LUCIA ANUNCIA��O MARTINS
  • FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM ESCOLA QUILOMBOLA NO MUNICÍPIO DE SERRINHA-BA: DESAFIOS PARA UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA

  • Data: 02/08/2019
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  • Este trabalho busca Este trabalho busca Este trabalho busca Este trabalho busca Este trabalho busca Este trabalho busca Este trabalho busca Este trabalho busca Este trabalho busca Este trabalho busca Este trabalho busca Este trabalho busca Este trabalho busca Este trabalho busca contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos 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contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área contribuir com a formação dos docentes que atuam em área Quilom Quilom QuilomQuilombola no município de Serrinhabola no município de Serrinhabola no município de Serrinha bola no município de Serrinhabola no município de Serrinhabola no município de Serrinhabola no município de Serrinhabola no município de 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educativa, potencializando a construção e processo de reflexão da prática educativa, potencializando a construção e processo de reflexão da prática educativa, potencializando a construção e processo de reflexão da prática educativa, potencializando a construção e processo de reflexão da prática educativa, potencializando a construção e processo de reflexão da prática educativa, potencializando a construção e processo de reflexão da prática educativa, potencializando a construção e processo de reflexão da prática educativa, potencializando a construção e processo de reflexão da prática educativa, potencializando a construção e processo de reflexão da prática educativa, potencializando a construção e processo de reflexão da prática educativa, potencializando a construção e processo de reflexão da prática educativa, potencializando a construção e processo de reflexão da prática educativa, potencializando a construção e reconstrução do espaço escolar campo destinado à reconstrução do 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Consiste população negra. Consiste população negra. Consiste população negra. Consiste população negra. Consiste população negra. Consiste população negra. Consiste população negra. Consiste população negra. Consiste população negra. Consiste população negra. Consiste população negra. Consiste população negra. Consiste população negra. Consiste em uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de aborda em uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de aborda em uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de abordaem uma pesquisa de aborda gem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na e gem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na e gem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na e gem qualitativa, com ênfase na e gem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na e gem qualitativa, com ênfase na e gem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na egem qualitativa, com ênfase na etnopesquisa crítica. Foi tnopesquisa crítica. Foi tnopesquisa crítica. Foi tnopesquisa crítica. Foi tnopesquisa crítica. Foi tnopesquisa crítica. Foi tnopesquisa crítica. Foi tnopesquisa crítica. Foi tnopesquisa crítica. Foi tnopesquisa crítica. Foi tnopesquisa crítica. Foi tnopesquisa crítica. Foi tnopesquisa crítica. Foi desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica 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permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação desenvolvido em diálogo permanente com os sujeitos, a partir da ótica afirmação de direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currícul de direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currícul de direitos, dos valores, com currícul de direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currícul de direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currícul de direitos, dos valores, com currícul de direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currícul de direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currícul de direitos, dos valores, com currícul de direitos, dos valores, com currículde direitos, dos valores, com currícul de direitos, dos valores, com currículo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas lo o compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas lo o compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas loo compatível às demandas lo o compatível às demandas loo compatível às demandas locais cais e em em em consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que fundamenta as categorias debatidas, consonância com o marco regulatório que 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Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar especialmente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. 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A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação Quilombola, regulamentada pela Resolução 08/2012. A elaboração e implementação do curso de fordo curso de fordo curso de fordo curso de for do curso de for do curso de fordo curso de fordo curso de fordo curso de for do curso de formação docente mostroumação docente mostroumação docente mostroumação docente mostroumação docente mostroumação docente mostroumação docente mostroumação docente mostroumação docente mostrou mação docente mostroumação docente mostrou mação docente mostroumação docente mostroumação docente mostroumação docente mostrou mação docente mostrou-se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a se coerente enquanto contribuição para a construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou momentos estudos e construção de uma educação antirracista, pois, viabilizou 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entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os 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teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e 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as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e reflexões sobre as temáticas, estabeleceu um elo entre os pressupostos teóricos e legais e o exercício docente no legais e o exercício docente nolegais e o exercício docente no legais e o exercício docente nolegais e o exercício docente nolegais e o exercício docente nolegais e o exercício docente nolegais e o exercício docente nolegais e o exercício docente nolegais e o exercício docente nolegais e o exercício docente no legais e o exercício docente no legais e o exercício docente nolegais e o exercício docente nolegais e o exercício docente no legais e o exercício docente nolegais e o exercício docente no legais e o exercício docente nolegais e o exercício docente nolegais e o exercício docente no contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando contexto das escolas envolvidas, impulsionando mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. 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Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. Nessa perspectiva, mudanças, quebrando o silêncio nas práticas pedagógicas. 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Nessa perspectiva, trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimens trabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimenstrabalho de pesquisa fomentou o reconhecimento dos sujeitos em suas dimensões ões ões histórica, culturalhistórica, cultural histórica, cultural histórica, cultural histórica, cultural histórica, cultural histórica, cultural histórica, culturalhistórica, cultural , social e , social e , social e , social e, social e identitária, tendo em identitária, tendo em identitária, tendo em identitária, tendo em identitária, tendo em identitária, tendo em identitária, tendo em identitária, tendo em identitária, tendo em identitária, tendo em identitária, tendo em identitária, tendo em identitária, tendo em identitária, tendo em identitária, tendo em vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos vista a heterogeneidade presente nos território território território território territórios quilombolaquilombolaquilombola quilombolaquilombolaquilombolaquilombolaquilombola s e a emancipação das pessoas.e a emancipação das pessoas. e a emancipação das pessoas.e a emancipação das pessoas.e a emancipação das pessoas.e a emancipação das pessoas.e a emancipação das pessoas.e a emancipação das pessoas. e a emancipação das pessoas.e a emancipação das pessoas.e a emancipação das pessoas. e a emancipação das pessoas.e a emancipação das pessoas. e a emancipação das pessoas.e a emancipação das pessoas. e a emancipação das pessoas.e a emancipação das pessoas.e a emancipação das pessoas. e a emancipação das pessoas.e

  • CARLA SIMONE BARBOSA DE JESUS
  • RELATÓRIO TEÓRICO-METODOLÓGICO
    “REGIONALIDADE, CULTURA E GÊNERO NA EDUCAÇÃO DO
    CAMPO: (DES)ARTICULAÇÕES SOCIAIS NA COMUNIDADE DO
    SÃO ROQUE-CRUSSAÍ”

  • Data: 19/07/2019
  • Mostrar Resumo
  • O presente trabalho consiste em um relatório teórico-metodológico em que apresento o
    resultado da minha pesquisa de mestrado intitulada “Regionalidade, cultura e gênero na
    Educação do Campo: (Des)articulações sociais na comunidade do São Roque-Crussaí”. A
    pesquisa foi realizada com as mulheres da comunidade do São Crussaí, em Castro Alves/BA e
    tem como objetivo: Ampliar e alargar o que podemos considerar como diversidade dentro da
    Educação do Campo, tanto no âmbito do gênero quanto da cultura e da regionalidade. Tendo
    como base a perspectiva Pós-Estruturalista e a perspectiva dos Estudos Culturais, essa
    pesquisa opõe-se às verdades universais e enfatiza o papel da cultura na construção das
    identidades dos sujeitos do campo. Assim, os principais autores que contribuíram para o meu
    referencial teórico foram Tomaz Tadeu da Silva, Stuart Hall, Guacira Lopes Louro, Priscila
    Gomes Dornelles, Dagmar Estermann Meyer, Durval Muniz de Albuquerque Júnior, Judith
    Butler, dentre outros/as. Para compreender melhor as nuances que envolvem a questão de ser
    mulher no campo castroalvense e nordestino, a metodologia deste trabalho está ancorada na
    abordagem qualitativa, sendo que realizei entrevistas semiestruturadas com oito mulheres da
    comunidade do São Roque-Crussaí. Todas as entrevistas foram analisadas através da análise
    de discurso foucaultiana, o que me propiciou entender que diversas normas circulam na
    comunidade em apreço. Estas normas são instituídas culturalmente e são utilizadas para
    regular a vida dos sujeitos que vivem no São Roque-Crussaí, reproduzindo e naturalizando a
    desigualdade de gênero. No entanto, algumas mulheres percebem o quanto são prejudicadas
    com esta situação e acabam resistindo a algumas dessas normas. Cabe enfatizar que minha
    pesquisa também teve como desdobramento a elaboração de um Plano de Formação das/para
    mulheres do campo, sendo que as mulheres da comunidade do São Roque-Crussaí
    contribuíram com a elaboração do mesmo.

  • ALBA VALERIA NEIVA RODRIGUES
  • AS CERCAS QUE DIVIDEM O LUGAR DE EXISTÊNCIA DOS CORPOS DISCIDENTES DA HETEROSEXUALIDADE COMPULSÓRIA: GÊNERO, SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO DO CAMPO NO CONTEXTO DE SÃO GABRIEL/BA

  • Data: 16/07/2019
  • Mostrar Resumo
  • O presente trabalho consiste em um relatório teórico-metodológico em que apresento o resultado da minha pesquisa de mestrado intitulada “As cercas que dividem o lugar de existência dos corpos discidentes da heterosexualidade compulsória: gênero, sexualidade e educação do campo no contexto de São Gabriel/Ba”Este trabalho propõe analisar como os corpos são constituídos e concebidos no contexto territorial nordestino/camponês/catingueiro, a partir das categorias de análise Gênero, Sexualidade e Educação do Campo. Para tanto, operamos com os estudos queer feministas que pautam a heteronormatividade e tencionam a oposição binária que elegem heterossexuais e homossexuais como categorias da sexualidade. A pesquisa será desenvolvida no município de São Gabriel/Ba, localizado na região de Irecê e contará com a participação de dez sujeitos, cinco que permanecem em terras sertanejas e cinco que foram condicionados(as) a saírem de seu território devido à sua sexualidade. As normas regulatórias funcionam produzindo o binarismo como um modo de inteligibilidade e de possibilidade para os corpos. Assim, epistemologias e políticas binárias constituem o que é um corpo, sua posição social de humanidade e definindo quem tem legitimidade e aceitabilidade de permanecer no território camponês, catingueiro e nordestino. Cabe ainda destacar, que a respectiva pesquisa assume uma posição política de discutir tais categorias em uma perspectiva de “subverter” a ordem estabelecida e expressa na heterossexualidade enquanto uma norma compulsória.

  • IVANETE GOMES PEREIRA
  • OS MESTRES DOS SABERES POPULARES DO CAMPO

  • Orientador : DYANE BRITO REIS SANTOS
  • Data: 11/07/2019
  • Mostrar Resumo
  • Neste trabalho apresento os Mestres dos saberes populares da comunidade de LagoinhasemSão Gabriel,Bahia.

  • FRANCISCO HELSON DO CARMO ALCANTARA
  • 20 ANOS DE PRONERA: as contribuições para a construção da Educação do Campo no Maranhão

  • Data: 28/06/2019
  • Mostrar Resumo
  • Historicamente, a materialidade da questão agrária brasileira desvela disputas de projetos societários, vinculados as lutas dos movimentos sociais do e no campo por terras, reforma agrária e pelo direito à educação do campo. Nesse contexto, a presente pesquisa tem como objetivo sistematizar as contribuições dos 20 anos de existência do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA) na construção da Educação do Campo no estado do Maranhão. A sistematização teve como foco as questões agrárias maranhenses, destacando ainda a realidade educacional nas áreas rurais e a luta dos sujeitos do campo no território da construção e efetivação da Educação do Campo, a partir de discussões de autores como Arroyo e Fernandes (1999), Barbosa (2006), Caldart (2008; 2012), Cavalcanti (2009-2010), Coutinho e Macedo (2013), Molina e Freitas (2011), Silva (2011), Fernandes e Molina (2004), Molina e Rocha (2014), entre outros, assim como contou com as narrativas e percepções dos sujeitos do campo e das instituições envolvidas na elaboração e implementação da política de Educação do Campo no estado do Maranhão. Para o desenvolvimento da pesquisa, com abordagem qualitativa, foram utilizadas documentos, entrevistas e estudos bibliográficos. Contribuíram com a investigação: egressos, coordenadores das IES e representantes dos movimentos sociais e sindicais. A pesquisa evidenciou significativas contribuições na consolidação da Educação do Campo no estado do Maranhão, apontando as lutas e conquistas dos movimentos por uma Educação do Campo, com ênfase na Reforma Agrária, 20 anos de luta. Todavia, também evidenciou as dificuldades e os desafios da consolidação e ampliação do acesso e da qualidade das políticas públicas voltadas para a Educação do Campo.

  • ODAIR LEDO NEVES
  • 1
    UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA
    CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
    PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO DO CAMPO
    MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO DO CAMPO
    ODAIR LEDO NEVES
    EDUCAÇÃO DO CAMPO, CURRÍCULO E MULTICULTURALISMO CRÍTICO: UM ESTUDO A PARTIR DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM UMA ESCOLA DE SERRA DO RAMALHO - BA

  • Orientador : DEBORA ALVES FEITOSA
  • Data: 27/06/2019
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  • A presente pesquisa teve como objeto de investigação os sentidos e significados atribuídos pelos professores ao currículo, ao multiculturalismo e à Educação do Campo. Parte da compreensão que a Educação do Campo se constitui no diálogo entre sujeitos diversos. Defende a importância do diálogo da Educação do Campo com outras epistemologias, a exemplo das discussões sobre currículo e multiculturalismo, principalmente no sentido de fortalecer o campo como espaço diverso. O objetivo geral da pesquisa foi analisar por meio de encontros formativos, a compreensão dos professores de uma escola municipal sobre currículo, multiculturalismo e sua interface com a Educação do Campo no município de Serra do Ramalho-BA. Para tanto, os procedimentos metodológicos usados nesta pesquisa enquadram-se numa abordagem qualitativa. A partir das bases epistemológicas da Pesquisa-Ação realizou-se entrevista com 5 (cinco) alunos do 6º e 7º ano do Ensino Fundamental e professores da escola Municipal Bartolomeu Guedes, 1 (uma) moradora da comunidade Fechadinha e a secretaria de educação do município de Serra do Ramalho. Na segunda etapa, realizou-se a operacionalização do processo formativo com 18 (dezoito) professores do/no campo do referido município, organizado em três blocos formativos que viabilizaram discussões sobre a concepção de Educação do Campo, a realidade curricular das escolas do/no campo e sua vinculação com a cultura, além de fornecer elementos para tencionar a formação do professor e situá-los como investigadores da própria prática. A guisa de conclusão é possível constatar que os professores passaram a atribuir sentidos e significados ao currículo, ao multiculturalismo e à Educação do Campo, a partir das leituras e provocações realizadas durante o projeto formativo, pois, anterior ao projeto, tais temáticas não faziam parte da proposta formativa e atuação desses profissionais. Assim, sem negar os avanços alcançados pela Educação do Campo, muito precisa ser feito no sentido de garantir os direitos adquiridos e assegurá-la como projeto de educação.

  • MARTA CRISTINA CRUZ DE SANTANA
  • EDUCAÇÃO DO CAMPO E ALTERNÂNCIA NA LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO/CFP DA UFRB

  • Orientador : GILSELIA MACEDO CARDOSO FREITAS
  • Data: 17/06/2019
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  • O objeto desta pesquisa refere-se à formação por alternância que é desenvolvida na LEDOC/CFP e sua relação com a educação para além do capital. O objetivo central diz respeito à análise dos fundamentos teóricos e pedagógicos da Licenciatura em Educação do Campo no Centro de Formação de Professores – LEDOC/CFP-UFRB, em especial da Alternância de Tempos e Espaços formativos, tomando por base a categoria da práxis e o princípio da apropriação do conhecimento científico na perspectiva crítica. A investigação aproximou-se em sua natureza teórico-metodológica do materialismo histórico e dialético, lançando mão de instrumentos de coletas de dados, como análise documental e entrevistas semiestruturadas realizadas com 08 estudantes, 04 egressos e 05 professores do curso. A observação, a partir da inserção no curso, completou a fonte de dados. Dentre os resultados da pesquisa, destacamos que a LEDOC/CFP tem como principal referência a Pedagogia da Alternância desenvolvida pelas EFAs, no entanto a Alternância na LEDOC/CFP se dá de maneira distinta, construindo uma concepção de formação por alternância a partir da conjugação de diferentes referências. Desta construção foram abstraídas 13 atividades educativas (mediações pedagógicas) que interatuam nos tempos e espaços formativos do curso. Foram identificados 06 objetivos principais e 02 finalidades da formação por alternância na LEDOC/CFP. Não encontramos uma concepção definida de alternância na LEDOC/CFP, no entanto, identificamos algumas “dimensões conceituais” que fundamentam o trabalho pedagógico na LEDOC/CFP, que categorizamos como: i) A dimensão da formação humana, ii) da formação crítica e iii) da formação em espaços e tempos alternados. Pela análise empreendida foi possível perceber a potencialidade da formação por alternância no que diz respeito ao acesso da classe trabalhadora e camponesa a universidade, à relação com as comunidades, a permanência dos sujeitos no curso e a diversidade de sujeitos do campo que o curso alcança. Os resultados revelaram o esforço coletivo de docentes, estudantes e organizações sociais para construírem o curso coletivamente. Neste sentido, a análise dos resultados indicou que a formação por alternância na LEDOC/CFP ainda é um processo em construção, o que exige um aprofundamento teórico no projeto do curso sobre a relação da formação com o trabalho do campo e o modo de vida camponês, sobre a categoria da práxis e sobre o vínculo deste curso com os princípios e práticas da Agroecologia e com um projeto de sociedade da classe trabalhadora. Esta tarefa exige um esforço coletivo ainda maior dos sujeitos envolvidos com a construção do projeto do curso.

  • RAILDA DOS SANTOS SOUSA
  • CONTRADIÇÕES E POSSIBILIDADES DAS POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO DO CAMPO NO MUNICÍPIO DE MUTUÍPE: UM ESTUDO A PARTIR DOS MARCOS LEGAIS

  • Data: 31/05/2019
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  • O presente trabalho tem o objetivo de analisar em que medida as conquistas asseguradas nos marcos legais da educação do campo no Brasil foram implementadas no município de Mutuípe-BA. Buscou-se compreender a política da Educação do Campo do município, num determinado contexto histórico (2002-2016), desenvolvendo um trabalho de análise, à luz da teoria do conhecimento materialista histórico-dialética. Assim, analisou-se o processo histórico de formação da sociedade e, consequentemente, da Educação do Campo, evidenciando a forma e organização das Escolas do Campo. A pesquisa buscou caracterizar os principais programas, projetos e ações da Educação do Campo no município para compreensão das políticas. Assim, traçaremos um panorama de como se deu a implementação dessas políticas de educação no campo, no município de Mutuípe, e apontaremos as possiblidades superadoras, que são apresentadas a partir da implementação das políticas educacionais do campo. O Materialismo Histórico-Dialético, enquanto teoria do conhecimento, contribuirá para o desvelamento da realidade, das políticas educacionais, buscando a captação do real com base nas contradições e do desenvolvimento histórico, abordando as categorias mediadoras que possibilitam a sua compreensão na totalidade. O estudo considera o sentido de território, exigindo, assim, da autora um aprofundamento dos paradigmas do capital agrário e da questão agrária, bem como um cuidado na apropriação do método de análise e definição dos procedimentos metodológicos. Dessa forma, os resultados alcançados com a pesquisa são específicos conforme o campo, os territórios e as realidades. Considerando o método dialético em Marx, procura-se analisar os dados de forma que a realidade seja desvelada, a partir da mediação histórica pelas categorias teóricas, procurando sair do empírico para uma compreensão mediada da realidade da política pública da Educação do Campo no município. No decorrer do trabalho, constatou-se que houve um avanço com relação a política de Educação do Campo no município, no entanto, foi necessário um estudo aprofundado da realidade social do campo e da escola para compreender os limites, as contradições e as possibilidades para a construção e fortalecimento da política de educação do município.

  • ANDREIA DA SILVA NEIVA
  • EDUCAÇÃO, LUTAS E RESISTÊNCIAS: O OLHAR DO MAB FRENTE ÀS
    ESTRATÉGIAS DO CAPITAL PARA A APROPRIAÇÃO DA ÁGUA NO
    TERRITÓRIO DA BACIA DO RIO CORRENTE

  • Orientador : SILVANA LUCIA DA SILVA LIMA
  • Data: 24/05/2019
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  • Este artigo se destina a fazer uma análise sobre a apropriação da água no campo para subsidiar
    atividades de formação da militância do Movimento dos Atingidos por Barragens em espaços
    de processos educativos comunitários sob a perspectiva da luta de classes. As análises abordam
    questões pertinentes à apropriação privada da água no Território da Bacia do Rio Corrente. A
    partir das reflexões feitas, é apontada a necessidade de se produzir um texto base e uma cartilha
    para auxiliar o debate nos espaços formativos do MAB, isso tendo em vista a escassa
    sistematização sobre o tema e à necessidade de que tenha abordagem convergente com a linha
    política do movimento. Na composição do trabalho são feitas reflexões sobre
    configuração/formação histórico geográfica do Território, pontuações sobre as formas de
    apropriação privada sobre a água materializada na região, trazendo a reflexão de que as ações
    executadas estão intimamente ligadas às ações globais, o que denominamos de Geopolítica da
    Água. Destacamos como resultado desse processo global de medidas para a apropriação privada
    da água o conflito ocorrido entre camponeses e agronegócio em Correntina, BA, representado
    pelo grupo Igarashi. Para a construção das análises optamos pelo materialismo histórico
    dialético. O presente trabalho, bem como o texto base e a cartilha são produtos do Mestrado
    Profissional em Educação do Campo do Centro de Formação de Professores (CFP) da
    Universidade Federal do Recôncavo da Bahia/UFRB

  • KAROLINA BATISTA DE SOUZA
  • Memórias Afloradas: Narrativas de mulheres da Escola Familia Agricola  do Sertão  da Bahia

  • Orientador : ANA CRISTINA NASCIMENTO GIVIGI
  • Data: 30/04/2019
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  • O livro digital “Memórias Afloradas: narrativas de mulheres da Escola Família Agrícola do Sertão (EFASE), na Bahia” é o produto final do estudo que realizei para o Curso de Mestrado em Educação do Campo, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Na pesquisa utilizo o gênero como categoria de análise para que seja possível fazer conhecer, também, o protagonismo das mulheres camponesas na construção e no fazer da EFASE, localizada em Monte Santo, BA. Acionei a entrevista narrativa ressignificada como a metodologia de pesquisa para aflorar suas memórias em torno da criação e da atuação política delas com a escola. Assim, no ano de 2018, entrevistei as cinco narradoras dessa obra, delimitadas através da técnica de seleção intencional de participantes denominada “bola de neve”. As narrativas foram por mim transcritas, organizadas e entrelaçadas combinando as linhas de pensamento por temas - unindo esses diálogos. No momento de apresentação dessas memórias, não me dediquei a interpretações de suas falas e nem em teorizações. Essa forma de se fazer contar, sem mediações, foi o caminho encontrado para formar uma espécie de “etnografia” do lugar, e de suas histórias individuais e coletivas. Desta forma, através desse contar, conhecemos sob a perspectiva delas a fundação da escola, os olhares e ação das cinco entrevistadas sobre o gênero nos espaços que as envolvem: Igreja, Movimentos Sociais e EFASE. Além disso, reconhecemos suas perspectivas sobre os desafios da educação do campo praticada pela EFASE, e o reconhecimento dos frutos colhidos ao longo desses 21 anos de (re)existência. Finalmente, as narrativas dizem como essas mulheres guerreiras contribuíram e contribuem no pensar e no fazer da escola; suas estratégias e resistências cotidianas, seus exercícios políticos, justificando a relevância desse estudo a possibilidade deste demarcar um lugar da importância dos saberes e fazeres tradicionais delas pela luta pela terra e educação do campo.

  • CHEIRLA DOS SANTOS SOUZA
  • Negra Sou: Mulheres Negras Campesinas, (re)conhecimento, lutas e estratégias

  • Orientador : ANA CRISTINA NASCIMENTO GIVIGI
  • Data: 30/04/2019
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  • O presente trabalho é fruto do Mestrado Profissional em Educação do Campo do Centro de Formação de
    Professores da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), o qual tem como proposta tecer reflexões
    a partir das experiências das mulheres negras da comunidade de Duas Barras do Fojo, no município de
    Mutuípe-Ba, considerando as imbricações dos diversos sistemas de dominação e seus impactos na vida dessas
    mulheres e na construção da sua negritude. A pesquisa está ancorada numa perspectiva do feminismo
    negro, pois as discussões dão-nos a oportunidade de análise a partir de outro lugar da política que discute os
    poderes em face das desigualdades raciais, e, ao discutir os poderes à vista dessas, deixam aflorar quais foram
    e quais são as estratégias usadas por mulheres negras desde então, para desestabilizar a hegemonia racial
    branca e feminina. A cartilha está dividida em três seções, sendo, a primeira corresponde a uma discussão
    de conceitos, compreendendo que os movimentos sociais e entidades que trabalham mulheres campesinas
    podem dialogar com as (in)formações desse processo histórico e apreender como as opressões e imagens da
    negritude foram construídas socialmente. A segunda seção apresenta formas/instrumentos que podem ser
    utilizados por formadores/as e líderes para problematizar questões naturalizadas sobre violência, desigualdade
    racial e de gênero. Na terceira seção, apresentamos o movimento associativista e sua importância na vida
    das mulheres. Para possibilitar debates e reflexões sobre o lugar da mulher negra campesina, realizamos algumas
    dinâmicas de grupo e ao final da pesquisa identificou-se que as mulheres negras campesinas estão em
    processo de reconhecimento e construção da sua negritude e que embora tenham utilizado algumas estratégias,
    sobretudo no campo da organização comunitária, ainda convivem com diversas opressões, como o machismo,
    racismo e desigualdades sociais

  • ALINE DE OLIVEIRA ANDRADE
  • O SEMEAR DE UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA: a trajetória da formação da Cooperativa Feminina da Agricultura Familiar e Economia Solidária de Valença-BA (COOMAFES)

  • Orientador : TATIANA RIBEIRO VELLOSO
  • Data: 18/04/2019
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  • Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Agricultura Familiar realizada na Cooperativa Feminina da e Economia Solidária de Valença Solidária de Valença Solidária de Valença Solidária de Valença Solidária de Valença Solidária de Valença Solidária de Valença Solidária de Valença Solidária de Valença - Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de Bahia (COOMAFES). A COOMAFES é uma culminância do desejo de fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos dfortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos d fortalecer o trabalho cooperado e a comercialização dos produtos da agricultura familiar, a partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir a agricultura familiar, partir da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o da organização das mulheres rurais, assim, a pesquisa tem como objetivo sistematizar o processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. Para tal, caminho processo de formação da COOMAFES entre o período 2013 a 2018. 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Para tal, caminho metodológico está baseado na técnica metodológico está baseado na técnicametodológico está baseado na técnica metodológico está baseado na técnicametodológico está baseado na técnica metodológico está baseado na técnica metodológico está baseado na técnicametodológico está baseado na técnicametodológico está baseado na técnicametodológico está baseado na técnica metodológico está baseado na técnica metodológico está baseado na técnicametodológico está baseado na técnica metodológico está baseado na técnica metodológico está baseado na técnicametodológico está baseado na técnica de pesquisa pesquisa pesquisa -aç ão trataão trataão trataão trata ão trata -se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que se de um trabalho qualitativo, que compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação compreende o Materialismo Histórico Dialético como base epistemológica para a interpretação e reflexão da realidade. Por meio do desenvolvimento pesquisa foi possível resgatar e reflexão da realidade. Por meio do desenvolvimento pesquisa foi possível resgatar e reflexão da realidade. Por meio do desenvolvimento pesquisa foi possível resgatar e reflexão da realidade. Por meio do desenvolvimento pesquisa foi possível resgatar e reflexão da realidade. Por meio do desenvolvimento pesquisa foi possível resgatar e reflexão da realidade. Por meio do desenvolvimento pesquisa foi possível resgatar e reflexão da realidade. Por meio do desenvolvimento pesquisa foi possível resgatar e reflexão da realidade. Por meio do desenvolvimento pesquisa foi possível resgatar e reflexão da realidade. Por meio do desenvolvimento pesquisa foi possível resgatar e reflexão da realidade. Por meio do desenvolvimento pesquisa foi possível resgatar e reflexão da realidade. Por meio do desenvolvimento pesquisa foi possível resgatar e reflexão da realidade. 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Por meio do desenvolvimento pesquisa foi possível resgatar informações e memórias das mulher informações e memórias das mulher informações e memórias das mulher informações e memórias das mulher informações e memórias das mulherinformações e memórias das mulherinformações e memórias das mulher informações e memórias das mulher informações e memórias das mulherinformações e memórias das mulher informações e memórias das mulher informações e memórias das mulher informações e memórias das mulher informações e memórias das mulheres; acompanhar o processo de construção do estatuto; a es; acompanhar o processo de construção do estatuto; a es; acompanhar o processo de construção do estatuto; a es; acompanhar o processo de construção do estatuto; a es; acompanhar o processo de construção do estatuto; a es; acompanhar o processo de construção do estatuto; a es; acompanhar o processo de construção do estatuto; a es; acompanhar o processo de construção do estatuto; a es; acompanhar o processo de construção do estatuto; 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compreender o contexto em que vivem e trabalham as construção do perfil das cooperadas; compreender o contexto em que vivem e trabalham as construção do perfil das cooperadas; compreender o contexto em que vivem e trabalham as construção do perfil das cooperadas; compreender o contexto em que vivem e trabalham as construção do perfil das cooperadas; compreender o contexto em que vivem e trabalham as construção do perfil das cooperadas; compreender o contexto em que vivem e trabalham as construção do perfil das cooperadas; compreender o contexto em que vivem e trabalham as construção do perfil das cooperadas; compreender o contexto em que vivem e trabalham as construção do perfil das cooperadas; compreender o contexto em que vivem e trabalham as construção do perfil das cooperadas; compreender o contexto em que vivem e trabalham as construção do perfil das cooperadas; compreender o contexto em que vivem e trabalham as construção do perfil das cooperadas; compreender o contexto em que vivem e trabalham as construção do perfil das cooperadas; 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discutir as condições para comercialização e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições e refletir sobre as condições contradições existentes contradições existentes contradições existentes contradições existentes contradições existentes contradições existentes contradições existentes contradições existentes contradições existentes na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. Desse modo, o na relação da COOMAFES interna e externamente. 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Desse modo, o presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz presente relatório sistematiza a história da Cooperativa ao mesmo tempo em que traz importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos importância da educação do campo como mecanismo de empoderamento e acesso a direitos proporciona a visibili proporciona a visibili proporciona a visibili proporciona a visibiliproporciona a visibiliproporciona a visibili proporciona a visibili proporciona a visibilidade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de dade sobre a particularidade do trabalho da mulher rural no processo de formação. Sendo assim, utilizou formação. Sendo assim, utilizou formação. Sendo assim, utilizouformação. Sendo assim, utilizou formação. Sendo assim, utilizouformação. Sendo assim, utilizouformação. Sendo assim, utilizou formação. Sendo assim, utilizouformação. Sendo assim, utilizou formação. Sendo assim, utilizou formação. Sendo assim, utilizouformação. Sendo assim, utilizou formação. Sendo assim, utilizou formação. Sendo assim, utilizouformação. Sendo assim, utilizou -se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile se de autores como Caldart (2000), Freire 1987), Stêdile (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros 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com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo (2012), Singer 2002), Valadares 2005) entre outros para dialogar com a realidade do campo de pesquisa, bem como, contribuir para a reflexão dos contextos estudados. Logo, conclui pesquisa, bem como, contribuir para a reflexão dos contextos estudados. Logo, conclui pesquisa, bem como, contribuir para a reflexão dos contextos estudados. Logo, conclui pesquisa, bem como, contribuir para a reflexão dos contextos estudados. Logo, conclui pesquisa, bem como, contribuir para a reflexão dos contextos estudados. Logo, conclui pesquisa, bem como, contribuir para a reflexão dos contextos estudados. Logo, conclui pesquisa, bem como, contribuir para a reflexão dos contextos estudados. Logo, concluipesquisa, bem como, contribuir para a reflexão dos contextos estudados. Logo, conclui pesquisa, bem como, contribuir para a reflexão dos contextos estudados. Logo, concluipesquisa, bem como, contribuir para a reflexão dos contextos estudados. Logo, conclui pesquisa, bem como, contribuir para a reflexão dos contextos estudados. Logo, conclui pesquisa, bem como, contribuir para a reflexão dos contextos estudados. 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Logo, conclui -se se que a constituição da cooperativa deu que a constituição da cooperativa deuque a constituição da cooperativa deuque a constituição da cooperativa deuque a constituição da cooperativa deuque a constituição da cooperativa deu que a constituição da cooperativa deu que a constituição da cooperativa deu que a constituição da cooperativa deu que a constituição da cooperativa deu que a constituição da cooperativa deuque a constituição da cooperativa deuque a constituição da cooperativa deu que a constituição da cooperativa deu que a constituição da cooperativa deu que a constituição da cooperativa deu que a constituição da cooperativa deuque a constituição da cooperativa deu que a constituição da cooperativa deu-se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher se a partir do desejo pessoal de valorização da mulher rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso rural e também do acesso à política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição política pública, em especial ao Programa de Aquisição Alimentos (PAA). Alimentos (PAA). Alimentos (PAA). Alimentos (PAA). Alimentos (PAA). A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres A cooperativa é a primeira organização social formada só por mulheres rurais dentro do Território rurais dentro do Território rurais dentro do Território rurais dentro do Território rurais dentro do Território rurais dentro do Território rurais dentro do Território rurais dentro do Território rurais dentro do Território rurais dentro do Território de Identidade de Identidade de Identidade de Identidade de Identidade de Identidade de Identidade de Identidade de Identidade do Baixo Sul da Bahia. do Baixo Sul da Bahia. do Baixo Sul da Bahia. do Baixo Sul da Bahia. do Baixo Sul da Bahia. do Baixo Sul da Bahia. do Baixo Sul da Bahia. Portanto, a sistematização da Portanto, a sistematização da Portanto, a sistematização da Portanto, a sistematização da Portanto, a sistematização da Portanto, a sistematização da Portanto, a sistematização da Portanto, a sistematização da Portanto, a sistematização da Portanto, a sistematização da Portanto, a sistematização da Portanto, a sistematização da Portanto, a sistematização da Portanto, a sistematização da trajetória da trajetória da trajetória da trajetória da trajetória da COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal COOMAFES reflete o quanto a educação é importante para valorização pessoal e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e profissional, o acesso a direitos, construção de espaços debates coletivos para visão e

  • LIDIA BARRETO DA SILVA
  • ARTE E EDUCAÇÃO DO/NO CAMPO: IDENTIDADES REVELADAS NOS MODOS DE EXPRESSÃO ARTÍSTICAS DOS/AS LICENCIADOS/AS DA UNEB

  • Orientador : GILSELIA MACEDO CARDOSO FREITAS
  • Data: 12/04/2019
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  • A presente pesquisa, intitulada Arte e Educação do/no Campo: Identidades Reveladas nos Modos de Expressão Artística dos/das Licenciados/das da UNEB, é comunicada através do Relatório de Pesquisa e do Catálogo, cuja centralidade foi analisar a proposta pedagógica do Curso Licenciatura em Educação do Campo, com Habilitação em Códigos e Linguagens, da Universidade do Estado da Bahia-UNEB. Tal estudo foi mediado pelo fazer artístico e a utilização de diferentes formas de produzir arte presentes nos modos de expressão artística dos/as educandos/as durante o curso, sobretudo, como essa prática se revelou no processo formativo e em quê a arte contribuiu para fortalecer a emancipação dos sujeitos envolvidos, advindos dos diversos movimentos sociais de luta pela terra no estado da Bahia, ao articular a realidade sócio-política, cultural e educacional da vida no/do campo. Para tanto, buscamos respaldo em teóricos consabidos da Educação do Campo e do campo da arte, tais como: ARROYO (2011); CALDART (2002; 2004; 2008; 2013; 2017); FRIGOTTO (2013); MOLINA (2004; 2008); MOLINA e SÁ (2011; 2013); MORISSAWA (2001); ROCHA e MARTINS (2009); SANTOS (2013); BOGO (2002; 2013; 2016); CARVALHO e MARTINS (2016); FREDERICO (2013); MARTINS (2009); SILVA, MIRANDA, AIRES e OLIVEIRA (2016); VILLAS BÔAS e PEREIRA (2015). Do ponto de vista do percurso metodológico a pesquisa é de cunho qualitativo, de abordagem descritiva/relacional e, evidencia a observação das manifestações artísticas estudantis, também chamados de cursistas/militantes por seus posicionamentos frente à luta por terra e educação. Os instrumentos que contribuíram nessa pesquisa foram: questionário, análise do acervo audiovisual e relatórios das atividades do tempo comunidade, além do Projeto Político Pedagógico do Curso. Os resultados obtidos revelam o uso da arte como mola propulsora para a luta, como forma de protesto, como veículo para que os movimentos sociais, com suas diversas pautas de reivindicação, possam expressar suas indagações/inquietações/denúncias que circulam nos espaços por onde trilham. Ainda, a pesquisa proporcionou a apreciação dos momentos de beleza estética, sincronia com o movimento dos corpos na mística, o uso dos símbolos dos movimentos sociais colorindo o ambiente com cada elemento estrategicamente colocado e compondo o “espaço identitário” dos militantes/cursistas. Por fim, o estudo apresenta a potencialidade da arte na Educação do Campo e a fecunda relação da mesma com a luta camponesa enquanto ferramenta que suaviza a dureza da vida e alimenta a utopia por uma sociedade mais justa, sustentável e igualitária.

2018
Descrição
  • KARINE DA GLORIA NUNES
  • RELATÓRIO REFLEXIVO SOBRE A PRÁTICA DOCENTE EM LINGUA PORTUGUESA EM UMA ESCOLA DO CAMPO

  • Orientador : FABIO JOSUE SOUZA DOS SANTOS
  • Data: 27/12/2018
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  • A Educação do Campo pode ser compreendida, simultaneamente, como um movimento político-pedagógico, uma categoria teórica e uma política pública construída a partir dos interesses dos sujeitos do campo (SANTOS, PEREIRA, 2017). Conquanto tenha obtido grandes avanços nas últimas duas décadas, a Educação do Campo enfrenta grandes desafios para se materializar, sobretudo quando se refere à sua implementação nas escolas da rede oficial de ensino. Os currículos, os projetos políticos pedagógicos, os materiais didáticos e a práticas pedagógicas desenvolvida ainda estão condicionados aos paradigmas hegemônicos da Educação urbana ou da Educação rural. Esta realidade nos levou às seguintes questões: É possível implementar uma prática pedagógica da Educação do Campo na escola oficial? Que caminhos são possíveis para o ensino de Língua Portuguesa nos anos finais do ensino fundamental em uma escola básica do campo, na perspectiva da Educação do Campo? Estas indagações levaram a elaboração do presente relatório de pesquisa, ancorado em uma abordagem qualitativa, que tem o objetivo geral de sistematizar a prática pedagógica de Língua Portuguesa nos anos finais do ensino fundamental em uma escola básica do campo, buscando aproximá-la às concepções e princípios que fundamentam a Educação do Campo. O campo empírico da investigação foi a Escola Estadual Antônio Ramalho Mota, situada na área rural do município de Jenipapo de Minas, Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. Não vislumbro aqui prescrever uma receita. A partir da contextualização e da problematização do contexto sócio-histórico em que estão situados os sujeitos da pesquisa, bem como do contexto escolar, apresento e discuto alguns entraves e possibilidades para se pensar em práticas pedagógicas do ensino da Língua Portuguesa que dialoguem com as vivências dos estudantes. Ao longo do texto discuto os princípios da Educação do Campo, a cultura camponesa, o ensino de Língua Portuguesa, e apresento algumas práticas pedagógicas desenvolvidas. A análise dos resultados da pesquisa apontam que a incorporação da cultura local no cotidiano da sala de aula, revela-se como um caminho profícuo a abertura de atalhos que nos permitam caminhar na perspectiva de implementar práticas que se aproximem das concepções e princípios da Educação do Campo, no contexto da escola básica, na rede oficial de ensino.

  • PEDRO CERQUEIRA MELO
  • Pedagogia Histórico-Crítica e Escola da Terra
    (PRONACAMPO): análise dos fundamentos na formação
    continuada de professores para a escola do campo no Estado
    da Bahia

  • Data: 24/10/2018
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  • O presente estudo situa-se entre os que investigam fundamentos teóricos na formação de professores. O foco da pesquisa foi a formação continuada de professores para a Escola do Campo realizada mediante o programa PRONACAMPO, AÇÃO ESCOLA DA TERRA-, desenvolvida pela Faculdade de Educação – FACED da Universidade Federal da Bahia (UFBA), no ano de 2016. Teve como objetivo analisar os fundamentos teóricos que sustentaram a formação de professores para as escolas do campo no âmbito do Programa Escola da Terra MEC/Secadi/UFBA, observando em que medida a experiência realizada busca superar às pedagogias do “aprender a aprender” e suas expressões na formação de professores. O estudo sustentou-se teoricamente no Materialismo histórico dialético, nesta corrente os trabalhos de Marx (2005); Saviani (2008 & 2011), Duarte, (2001 & 2012); Martins, (2013 & 2016), Mançano Fernandes,(2004; 2010 & 2012) Caldart (2004; 2012 ) Molina e Antunes-Rocha (2014), Araujo,(2007), constituíram referencias neste trabalho. As fontes para coleta dos dados foram os documentos oficiais sobre Educação do Campo, o marco legal da Educação do Campo, o Programa lançado no Governo Dilma Rousseff, (PRONACAMPO), especificamente a Ação Escola da Terra e os documentos referentes à implementação (PPP e BIBLIOGRAFIA) da Ação Escola da Terra realizada pela FACED/UFBA. Os instrumentos de pesquisa foram analise documental mediante um roteiro preestabelecido. Os resultados da pesquisa mostram que os principais fundamentos do Projeto Político Pedagógico implementado pela UFBA, na Ação Escola da Terra advêm da referencia marxista, especificamente da Teoria Histórico-cultural e da Pedagogia Histórico-Crítica, que foram tratados no Curso através da utilização de uma bibliografia específica, estudada nos módulos do Curso. Estes fundamentos dizem respeito à concepção de sociedade, concepção de ser humana, concepção de formação humana, concepção sobre a natureza e especificidade da educação, a concepção de alfabetização. Entretanto o PPP não faz referências à questão agrária a concepção e princípios da Educação do Campo como articulação dos movimentos sociais. Destacamos que estas concepções que configuram fundamentos dizem respeito à base teórica da teoria histórico-cultural e da pedagogia histórico-critica. Isto demonstra embora o Projeto Político Pedagógico do Curso, busque uma coerência interna no campo teórico, há um limite quando deixa de incluir no programa de formação dos professores estudo sobre as contradições que estão na base material onde situa-se a escola do campo, qual seja o campo frente aos diferentes modelos de desenvolvimento.

  • DANIEL SANTOS DE OLIVEIRA
  • BINGO TEMÁTICO:
    “OS PROBLEMAS SOCIOAMBIENTAIS DA PECUÁRIA EM
    MORRO DO CHAPÉU-BA”

  • Orientador : LUIS FLAVIO REIS GODINHO
  • Data: 29/06/2018
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  • O presente trabalho é um material didático que serve como Produto Final de Conclusão do
    Programa de Pós-Graduação do Curso Profissional em Educação do Campo da Universidade
    Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Ele tem o objetivo de estudar de forma crítica,
    lúdica e aprofundada os problemas socioambientais provocados pela pecuária no município de
    Morro do Chapéu – BA, desocultando da sociedade as atrocidades (desmatamento, êxodo
    rural, aquecimento global, fechamento de escolas no campo etc.) desse sistema produtivo. O
    nome do projeto é Bingo Temático: Problemas Socioambientais da Pecuária em Morro
    do Chapéu – BA e tem como orientador o professor doutor Luís Flávio dos Reis Godinho. O
    projeto adotou a Pesquisa Militante como processo metodológico envolvendo
    transdisciplinarmente várias técnicas e procedimentos de outros dois modelos de pesquisas
    críticas (pesquisa-ação e pesquisa participante). O Bingo Temático é uma proposta
    pedagógica transdisciplinar contextualizada, que reuniu diversos campos do conhecimento
    para analisar os 30 temas geradores que compõem esse material. A Agroecologia Natural
    Comunitária é apontada aqui como alternativa para superação da pecuária e do agronegócio.
    A educação do campo tem um papel central na construção de um novo modelo agrário, no
    sentido de que é dela a responsabilidade de formar os sujeitos construtores da Revolução
    Agroecológica que tem como pauta não apenas o fim do latifúndio, mas de todo sistema
    capitalista, antes que este dificulte ainda mais a sobrevivência de todos os seres vivos
    explorados.

  • DARCI CAINANA ALVES BOMFIM
  • EDUCAÇÃO DO CAMPO NO CONTEXTO DA COMUNIDADE REMANESCENTE QUILOMBOLA DA GRACIOSA: TRAJETÓRIA HISTÓRICA SOCIAL NA LUTA PELO TERRITÓRIO

  • Orientador : SILVANA LUCIA DA SILVA LIMA
  • Data: 21/06/2018
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  • O presente trabalho é fruto da trajetória histórico-social da comunidade quilombola da Graciosa, localizada no município de Taperoá, Bahia, tendo por objetivo responder demandas por conhecimento e formação apresentadas pela Associação de Remanescentes Quilombolas da Graciosa, no que tange ao processo de demarcação do território quilombola. Pautados na pesquisa qualitativa, fizemos uso da Pesquisa Participante para organizar três oficinas de formação política, com temas propostos e discutidos pela comunidade. A partir do uso das técnicas da História oral apresentamos como resultado das oficinas descritas, um livro paradidático contendo a memória e parte da história do povoado, a ser disponibilizado para a referida comunidade.

  • DAYNA MARA SANCHES SANTOS
  • FORMAÇÃO DE EDUCADORES DO CAMPO NO ÂMBITO DO PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO NA REFORMA AGRÁRIA (PRONERA): um estudo sobre o Curso de Pedagogia da Terra da Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

  • Orientador : GILSELIA MACEDO CARDOSO FREITAS
  • Data: 20/06/2018
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  • As demandas educacionais dos movimentos sociais ligados ao campo têm aumentado nos últimos anos. Devido a esse aumento de reinvindicações é que a educação para o campo tem sido colocada em pauta, sobretudo a partir da criação do Programa Nacional de Educação na Reforma Agraria Agrária (PRONERA) nos diferentes níveis educacionais. Assim, a presente pesquisa versa sobre a formação de educadores do campo pelo PRONERA. Este programa, ao longo de seus 20 anos de existência, tem possibilitado o acesso de muitas pessoas ao processo de formação do educador do campo, sendo o lócus da pesquisa o Curso de Licenciatura em Pedagogia da Terra/UFMA e, traz por como título “Formação de Educadores do Campo no âmbito do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA): um estudo sobre o Curso de Pedagogia da Terra da Universidade Federal Do Maranhão (UFMA)”. Conta como sujeitos colaboradores cinco egressos do curso de Pedagogia da Terra, um representante de movimento social e uma coordenadora institucional. Caracteriza-se por uma pesquisa participante, com que tem o objetivo de analisar o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária, no que se refere à formação de educadores (as) das áreas de reforma agrária, no curso de Licenciatura em Pedagogia da Terra, pela Universidade Federal do Maranhão-UFMA, sobretudo o sentido pedagógico da luta por Educação do Campo, uma vez que este curso desenvolveu suas atividades visando a superação de um contexto educacional que aponta a existência de um grande déficit de educadores habilitados para atuarem atuar na educação do campo no estado. Neste trabalho, apresenta-se primeiramente é apresentado um percurso histórico da formação de professores no Brasil, para em seguida se tratar sobre de questões mais específicas da Educação do Campo, e também o aprofundamento de modo que seja aprofundado o objeto da pesquisa. Para tanto, a pesquisa se desenvolveu através por meio de distintos, porém complementares procedimentos metodológicos que, em alguns momentos, se fizeram necessários, portanto lançou-se mão da como análise documental e bibliográfica, aplicação de entrevistas semiestruturadas, pesquisa em sites oficiais, registros fotográficos, dentre outros. Do ponto de vista teórico, buscou-se o aprofundamento nos estudos de autores de reconhecimento nacional no trato das categorias conceituais em evidência neste trabalho, a exemplo de Saviani (2005, 2009), Mészáros (2005), Chauí (2003), Caldart (2002, 2016), Molina (2003, 2009, 2014), Arroyo (2007, 2009), Koling. (1999), entre outros. Dito isso, a pesquisa aponta que a formação de educadores e educadoras do campo pelo PRONERA traz em si o sentido pedagógico da luta; não somente da luta pela educação, mas a luta pela permanência do programa

  • ANTONIEL DOS SANTOS PEIXOTO
  • AS PRÁTICAS CORPORAIS DA CULTURA CAMPONESA NO MUNICÍPIO DE SÃO MIGUEL DAS MATAS/BA: FORMULAÇÕES/REFORMULAÇÕES E SIGNIFICADOS DISPUTADOS

  • Orientador : PRISCILA GOMES DORNELLES
  • Data: 25/05/2018
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  • Este estudo problematiza como as práticas corporais são acionadas e significadas pelos/as camponeses/as como parte importante da cultura e dos processos de desenvolvimento do campo do Município de São Miguel das Matas, região do Vale do Jiquiriçá/BA de modo a compreender como estas práticas corporais funcionaram e/ou funcionam produzindo e organizando sentidos para as suas comunidades. De modo secundário, analisamos como gênero funciona atravessando e organizando estas práticas corporais e a vida no campo, no contexto analisado. Para tanto, acionamos as categorias Cultura, Corpo e Gênero para analisar as práticas corporais do campo na trama acadêmico-política proposta pela Educação do Campo. Os caminhos metodológicos foram: parceria com as associações comunitárias rurais do município, identificação das lideranças e aplicação de questionários para estes sujeitos, entrevistas com gravação de áudio e vídeo com oito sujeitos de quatro comunidades. As entrevistas filmadas constituíram o material principal para a construção do produto final do Mestrado Profissional em Educação do Campo: o documentário intitulado “Práticas corporais, relações de gênero e Educação do Campo: formulações/reformulações e significados disputados em São Miguel das Matas/BA” que acompanha este resumo. Neste documentário, priorizamos apresentar como a cultura, o corpo, o gênero e a Educação do Campo são acionadas nas narrativas dos sujeitos, apontando para os modos de viver e de se constituir no campo. Sua possibilidade pedagógica e política se constitui no fortalecimento dos estudos e políticas para a Educação do Campo tanto a nível local como regional e territorial. Além disso, este documentário pode subsidiar trabalhos pedagógicos nas instituições escolares e não escolares, nas associações, nos encontros comunitários, nas formações de professores, dentre outros.

  • ROQUE LESSA BISPO
  • LIMITES E POSSIBILIDADES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS MULTISSERIADAS NO CAMPO: UM ESTUDO EM DOM MACEDO COSTA-BAHIA.

  • Orientador : DEBORA ALVES FEITOSA
  • Data: 25/05/2018
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  • O presente trabalho trata sobre os limites e possibilidades quanto ao desenvolvimento das práticas pedagógicas nas escolas multisseriadas no campo no município de Dom Macedo Costa-Bahia. A investigação visou compreender o quê, ao longo de quinze anos, as educadoras que atuam nessas escolas construíram em sua prática pedagógica e o que elas têm desenvolvido como possibilidade de proposta educativa para as turmas multisseriadas. A pesquisa propôs em seu objetivo geral compreender as práticas pedagógicas construídas nas escolas multisseriadas no campo, e como objetivos específicos refletir sobre a organização do trabalho pedagógico nas escolas no campo; identificar se o Projeto Político-Pedagógico contribui na organização da prática pedagógica das turmas multisseriadas; descrever e analisar a partir de entrevistas narrativas com educadoras, o processo de organização da prática pedagógica em três escolas no município. Partindo da compreensão de que as educadoras que lecionam nestas escolas, necessitam desenvolver sua prática pedagógica numa mesma turma constituída com várias séries, distribuídas no mesmo espaço e tempo escolar, procurou-se estudar a maneira como elas efetivam a organização da sua prática pedagógica nessas situações específicas. Para a realização do estudo, optou-se pela pesquisa qualitativa do tipo estudo de caso, com o uso de entrevista narrativa e observação, por entender que o conhecimento gerado a partir destes procedimentos de coleta e produção de dados, tornaria a investigação mais concreta e contextualizada possibilitando assim, maior detalhamento da situação investigada e das particularidades que envolvem as práticas pedagógicas desenvolvidas nas escolas. Utilizou-se como referência para análise do material coletado a literatura que se relaciona ao estudo sobre a organização da prática pedagógica, assim como a literatura baseada nas discussões sobre Educação do Campo e os estudos direcionados às turmas multisseriadas. As contribuições nos estudos de Arroyo (2007), Caldart (2012) Hage (2006), Freire (1987) dentre outros foram de grande relevância para fundamentação da pesquisa. Os resultados evidenciaram o fazer pedagógico e as condições da Educação do Campo nas escolas constituídas por turmas multisseriadas no município de Dom Macedo Costa, possibilitando o conhecimento e reconhecimento das experiências realizadas, apesar da precariedade das condições materiais e da formação inicial e continuada das educadoras, sinalizando a importância de se construir elementos teóricos e práticos para reinventar as escolas no campo e a organização da prática pedagógica em turmas multisseriadas. Identificou-se que as escolas no campo em Dom Macedo Costa apresentam como limites a infraestrutura das escolas, condições de trabalho precárias, desvalorização da profissão docente, falta de recursos e formação inadequada para as educadoras. Como possibilidades têm apresentado a valorização da heterogeneidade das turmas, aprendizagem contextualizada com a comunidade, educação implicada na subversão pedagógica e a construção do Projeto Político-Pedagógico

  • LETICIA PORTO SOUSA SCANTAMBURLO
  • EDUCAÇÃO QUILOMBOLA NO DISTRITO DE MARICOABO - VALENÇA/ BA: DIAGNÓSTICO SITUACIONAL À LUZ DAS POLÍTICAS AFIRMATIVAS

  • Orientador : DYANE BRITO REIS SANTOS
  • Data: 30/04/2018
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  •  Este trabalho de pesquisa tenciona investigar as Escolas Quilombolas do Subsistema Educacional de Maricoabo, no Município de Valença/ BA, com o intuito principal de analisar o trabalho desenvolvido nestes espaços educativos, à luz das políticas afirmativas conquistadas pelo movimento quilombola em âmbito educacional. Para tanto, propôs-se, ainda, realizar pesquisa bibliográfica acerca dos pressupostos que embasam a educação do campo, com recorte para as comunidades quilombolas; fazer estudo bibliográfico acerca dos princípios que respaldam as políticas afirmativas para a Educação Escolar Quilombola; conhecer um pouco mais acerca do cotidiano das comunidades e escolas quilombolas localizadas no Subsistema; analisar os pressupostos que embasam o Projeto Político Pedagógico das referidas instituições e nele, a proposta curricular, culminando com a construção de um diagnóstico situacional do cenário encontrado. Dessa forma, a pesquisa teve cunho qualitativo, com forte influência na etnopesquisa implicada, fazendo parte do processo de coleta de dados a técnica de entrevistas e roteiro para elaboração de relatos, no intuito de mapear narrativas orais e escritas e chegar a respostas mais autênticas possíveis. Partindo do exposto, pode-se inferir que o estudo evidenciou de forma muito positiva a conquista pela certificação das comunidades, enquanto marca de resistência ao histórico de silenciamento e exploração dos povos tradicionais, sem perder de vista algumas lacunas no processo de organização coletiva e na implementação de direitos conquistados. Em âmbito escolar, as instituições têm dialogado, ainda que timidamente, com as diretrizes operacionais facilitadoras desta modalidade de ensino, suscitando forte destaque para a necessidade de investimento em formação continuada para a docência, a fim de desvelar as facetas que existem por trás de conteúdos superficialmente explorados ao longo da história da educação no país, atentando, ainda, para as carências no processo logístico de manutenção da oferta de ensino nestes espaços. Necessário se faz, portanto, fortalecer a luta por reconhecimento e valorização da identidade quilombola, despertando o espírito coletivo de pertencimento e (in) saciedade diante da manutenção de direitos conquistados e do exercício destes no chão da escola de cada comunidade quilombola ocupada nos quatro cantos do Brasil.

  • JEFFERSON DUARTE BRANDAO
  • A PRÁXIS CAMPONESA NOS TERREIROS DA NAÇÃO KONGO-ANGOLA: MEMORIAL BIOCULTURAL COMO DEFESA DO TERRITÓRIO ANCESTRAL DA COMUNIDADE DE TERREIRO DO CAMPO BANTU-INDÍGENA CAXUTÉ

  • Data: 20/04/2018
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  • Ao longo desta escrita dialogamos tanto com algumas das categorias presentes na Educação do Campo, como também trouxemos alguns elementos históricos que contextualizam parte do processo de construção da práxis política e cultural dos Povos de Matriz Africana no Brasil, com destaque para o legado dos povos Bantu. Assim buscamos lançar mão de um trabalho alicerçado na perspectiva decolonial, onde trajetória, memória, luta e condução epistêmica se inter-relacionam em uma práxis libertadora e portadora de uma resistência ancestral. Para a realização desse produto, catamos muitas jinsaba e circulamos saberes com anciãos, mestres e mestras comunitários e entramos “mata a dentro” com o Caboclo Rei das Neves (cuidador e protetor da roça do Terreiro Caxuté) construímos um “memorial vivo” com plantas coletadas na comunidade, localizado acima da gameleira do Caxuté. Para isso, elegemos sete plantas nativas da Mata Atlântica, entre as mais utilizadas pela Comunidade. No intuito de conservá-las como patrimônio biocultural do terreiro, apresentamos um mapeamento detalhado do território utilizado para coletar as plantas e realizar outras atividades cotidianas da Comunidade Caxuté durante suas celebrações e práticas camponesas.

  • GILDA RODRIGUES ROCHA
  • A FORMAÇÃO DOCENTE COMO ESTRATÉGIA DE MOBILIZAÇÃO E AFIRMAÇÃO DA ESCOLA DO CAMPO NO DISTRITO DE ITAPIRU, MUNICÍPIO DE RUBIM/MG.

  • Orientador : ROSINEIDE PEREIRA MUBARACK GARCIA
  • Data: 20/04/2018
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  • Este trabalho é fruto de um processo de pesquisa que teve como objetivo propor ações formativas alinhadas dialeticamente à Educação do Campo, a fim de afirmar a identidade do território no Distrito de Itapiru - município de Rubim, situado no Vale do Jequitinhonha – MG. A proposta buscou identificar e discutir alguns aspectos da formação de professores na perspectiva do materialismo histórico dialético, buscando contribuir com a formação do educador do campo embasada na fundamentação marxista. Na perspectiva de identidade de escola do campo o Projeto Político Pedagógico precisa ser pautado em princípio e concepção de Educação do Campo e, não obstante pela luta de direitos à terra e pela resistência de um povo que possui direitos. A formação do educador aqui esboçada fundamentou-se no referencial teórico do Materialismo Histórico Dialético proposto por Marx (1971, 1988). O referencial teórico utilizado para a fundamentação desta pesquisa ancorou-se nas categorias teóricas: totalidade, contra hegemonia, movimento, práticas educativas, luta de classe, dialogando com os seguintes autores: Marx (1971, 1988), Gramsci (1978), Caldart (2009, 2010, 2012), Molina (2012, 2014, 2015), Arroyo (2004, 2007, 1999), Tonet (2014), Brandão (1981), Barbier (2007), dentre outros. A pesquisa teve como sujeitos, professores da Escola Estadual Lídio Almeida – EELA. A amostra foi composta por 06 educadores do sexo masculino e 18 educadoras do sexo feminino, com residências em diversos territórios no Vale do Jequitinhonha/MG. Metodologicamente adotou-se a pesquisa-ação como método de aproximação da realidade, buscando através das categorias de análises e categorias teóricas ler a realidade concreta objetiva. A abordagem dialética e a pesquisa-ação foram escolhidas como caminhos para conduzir a leitura da realidade no desenvolvimento da pesquisa. Foram realizadas quatro oficinas de formação que se organizaram a partir da apropriação das demandas da escola e da necessidade de se fazer escola do campo. As oficinas de formação foram planejadas considerando a própria dinâmica da pesquisa-ação, do contexto da escola e implicação dos sujeitos envolvidos. Buscou-se o diálogo para a reflexão sobre práticas educativas transformadoras motivadas pela especificidade da EELA atender 100% de estudantes oriundos do campo. A pesquisa-ação que é a compreensão da pesquisa como uma atividade social e política, portanto, ideológica, exigiu-se do professor a formação da consciência de classe e de sociedade na qual está inserido. Trouxe como resultado o reconhecer da especificidade da escola do campo nos detalhes de uma construção que começou a refletir nas ações cotidianas da escola. Dentro da própria dinâmica da pesquisa ação, que não se esgota em si mesma, começaram a ser esboçadas outras ações para além da tomada de consciência, como por exemplo, a preparação para construção do Projeto Político Pedagógico, a partir das demandas identificadas pelo próprio coletivo enquanto escola do campo em construção.

  • ROSIANE DO CARMO TEIXEIRA
  • O TRABALHO DOCENTE NAS ESCOLAS MULTISSERIADAS DO CAMPO NO MUNICIPIO DE MUTUÍPE-BA

  • Orientador : FABIO JOSUE SOUZA DOS SANTOS
  • Data: 16/02/2018
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  • O trabalho consiste no Relatório Técnico final apresentado ao curso de Mestrado Profissional em Educação do Campo do CFP/UFRB. Tem como objeto de estudo o trabalho docente nas escolas de turmas multisseriadas localizadas no campo. Assim, o objetivo geral do trabalho é investigar o trabalho docente nas escolas de turmas multisseriadas do campo no município de Mutuípe-Bahia. Tendo em vista este objetivo, delineou-se a seguinte questão de pesquisa: Como se dá o trabalho docente das professoras que exercem o seu ofício no contexto das escolas de turma multisseriadas no município de Mutuípe-Ba? Para responder à questão, recorri, inicialmente, ao estudos sobre as categorias Trabalho docente, Condições de trabalho docente, Educação do Campo, Escola do campo, e Escola multisseriada, apoiada em Antunes-Rocha e Hage (2015), Arroyo, Caldart e Molina (2004), Caldart (2008; 2009), Oliveira (2010), Tardif e Lessard (2008) e Santos (2015), dentre outros. Foi realizada uma pesquisa de campo no município de Mutuípe-Ba, em três etapas. Inicialmente, empreguei o survey como método de pesquisa, tendo o questionário como instrumento de levantamento de dados. Em seguida, recorri a entrevista orientada pelo método (auto)biográfico. Também foram realizadas observações em escolas do campo e utilizei o recurso das fotografias de algumas escolas e das estradas em que os professores trafegam. O grupo de colaboradoras (es) que participaram da investigação envolveu, inicialmente, um total de trinta e uma (31) professoras da rede municipal de ensino de Mutuípe que lecionam em turmas multisseriadas e responderam ao questionário. Além disso, de forma complementar, também foi realizada a entrevista de caráter narrativo com cinco (5) docentes escolhidos entre os que haviam participado da aplicação do instrumento anterior. A análise dos dados de campo apontam que as professoras e professores das escolas de turmas multisseriadas enfrentam obstáculos diversos no exercício do seu trabalho, tais como: dificuldades de deslocamento casa-escola, fragilidades na formação docente, ausência de uma política de gestão do trabalho pedagógico ancorada nos princípios da Educação do Campo, precariedade dos prédios escolares, superlotação das salas de aulas, fragilidades no apoio e acompanhamento pedagógico oferecido pela gestão municipal. Com base nessas constatações e, considerando as especificidades de um curso de Mestrado Profissional, procuro apontar elementos para um Plano de Gestão das Escolas do Campo de Mutuípe que amenize as dificuldades vivenciadas pelos sujeitos no exercício do seu ofício em turmas multisseriadas, estruturado em três eixos: uma política de formação de professores de turmas multisseriadas pautada nos princípios da Educação do Campo; construção, reforma e ampliação dos prédios escolares; e política pública de deslocamento dos sujeitos que atuam nesses contextos

2017
Descrição
  • RAPHAEL DOS SANTOS
  • PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE
    CERTA: ANÁLISE CRÍTICA DA CONCEPÇÃO DE
    ALFABETIZAÇÃO NOS CADERNOS DE
    EDUCAÇÃO DO CAMPO

  • Orientador : FABIO JOSUE SOUZA DOS SANTOS
  • Data: 16/10/2017
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  • A pesquisa teve como objeto de investigação a concepção de alfabetização apresentada nos
    Cadernos de Educação do Campo do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa
    (PNAIC). Parte da compreensão de que numa sociedade de classes a alfabetização se impõe
    como uma necessidade de todos os indivíduos, portanto, uma prática de grande importância
    social. A pergunta que deu origem a pesquisa foi construída a partir de dados da realidade
    concreta e de leituras sobre Educação do Campo, que assim explicitamos: quais os limites e
    contradições da concepção de alfabetização presente nos Cadernos de Educação do Campo do
    Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa? O objetivo geral da pesquisa foi contribuir
    com o desenvolvimento teórico da alfabetização em Educação do Campo a partir da análise
    da concepção de alfabetização nos Cadernos de Educação do Campo do Pacto Nacional pela
    Alfabetização na Idade Certa. Para tanto, desenvolvemos a pesquisa a partir da discussão
    sobre os fundamentos da Educação do Campo; da análise das concepções de alfabetização no
    âmbito das políticas internacionais e nacionais de educação; e, da análise da concepção de
    alfabetização nos Cadernos de Educação do Campo, a partir da caracterização do Pacto
    Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Como abordagem teórico-metodológica,
    realizamos pesquisa bibliográfica e pesquisa documental, tomando como referência a teoria
    materialista histórico dialética. Buscou-se analisar as determinações concretas e objetivas em
    que a concepção de alfabetização dos Cadernos de Educação do Campo do PNAIC se
    constituiu. Para tanto, foram analisados os Cadernos de Educação do Campo do PNAIC que
    tratam especificamente da concepção de alfabetização. A partir das análises realizadas
    consideramos que a concepção de alfabetização presente nos Cadernos de Educação do
    Campo do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa baseia-se nos pressupostos da
    alfabetização construtivista e da pedagogia das competências. Desse modo, embora a
    discussão sobre a alfabetização no contexto da Educação do Campo seja positiva, no âmbito
    do PNAIC, apresenta-se como uma concepção distinta dos fundamentos da Educação do
    Campo.

  • EDILEUZA ALVES DA SILVA
  • TRABALHO E EDUCAÇÃO: CHAVE PARA
    COMPREENDER A FORMAÇÃO DOS
    TRABALHADORES DO CAMPO PELO SERVIÇO
    NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL

  • Data: 11/10/2017
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  • Esta dissertação aborda, a educação do campo, com base na formação dos (as)
    trabalhadores (as) do campo realizada pelo SENAR através do Programa Despertar.
    A pesquisa se desenvolveu a partir das seguintes questões: O fato da educação do
    campo ter-se institucionalizado seria o motivo pelo qual o SENAR interessou-se pela
    política pública nela referenciada? Seria a educação do campo uma ameaça ao
    patronato rural? Porque o SENAR decidiu entrar na educação formal do campo,
    intervindo na formação dos trabalhadores (as) desde os anos iniciais? Com vistas a
    responder às questões foram definidos os seguintes objetivos: Identificar e analisar a
    formação dos trabalhadores (as) do campo realizada pelo SENAR, através do
    programa Despertar;Identificar os principais fundamentos teóricos que estão
    presentes nos documentos oficiais do Programa; Analisar as perspectivas voltadas
    para à prática formativa dos trabalhadores do campo definidas pelo currículo do
    Programa; Verificar as implicações do programa Despertar em seis (06) escolas do
    campo, da Rede Municipal de Ensino de Irecê-Ba pela concepção do professor
    formador. O recorte temporal para o estudo compreendeu o quadriênio 2013-2016 e
    teve como público colaborador, os (as) professores (as) que fizeram parte do
    programa durante este período. O caminho metodológico deu-se pela abordagem
    qualitativa, com base em Minayo (2010) e respaldo no materialismo histórico
    dialético, que se mostrou o método apropriado para a análise aos questionamentos,
    através das categorias totalidade, práxis, mediação e contradição. Foi uma pesquisa
    de campo exploratória e descritiva, que teve como técnica de levantamento de
    dados a busca no sítio da instituição, a entrevista junto aos educadores e a análise
    dos documentos que orientaram a formação dos(as) educadores(as). Este trabalho
    está organizado em três capítulos. O primeiro discute as implicações filosóficas do
    método, o caminho metodológico da pesquisa e os desafios da apreensão do
    fenômeno. Apresenta também os referencias teóricos em que a pesquisa se
    fundamentou, o problema, as hipóteses e os objetivos e as categorias de análise. O
    segundo capítulo discute questões de natureza conceitual relacionadas à sociedade
    e à educação situando o debate no contexto destas, o projeto de desenvolvimento
    do campo brasileiro, a educação do campo e o trabalho. E o terceiro capítulo
    apresenta a análise sobre o SENAR com ênfase no programa Despertar. Em termos
    de conclusão a pesquisa revelou os seguintes resultados: O Programa Despertar
    fundamenta-se em teorias neoliberais; A perspectiva da formação é preparar
    os(as)estudantes para o mercado de trabalho na perspectiva do agronegócio; visa a
    reprodução da ideologia do patronato rural

  • KRISCIA SANTOS ARGOLO
  • Mulheres, quintais e saberes agroecológicos: sementes para a Educação do Campo

  • Orientador : PRISCILA GOMES DORNELLES
  • Data: 19/09/2017
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  • Este é um trabalho coletivo. Aqui registro o processo de uma pesquisa-ação realizada no Mestrado Profissional em Educação do Campo, através do Programa de Pós-Graduação em Educação do Campo da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia junto às mulheres da Associação dos Produtores Rurais da Volta do Américo, na zona rural do município de Lençóis-BA. O objetivo principal desta pesquisa foi dar visibilidade as práticas e saberes agroecológicos e aos trabalhos realizados por mulheres em seus quintais. Ao mesmo tempo buscou-se a mobilização do grupo de mulheres em torno da produção de alimentos para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

  • CRISPIM NELSON DA SILVA
  • A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DO CAMPO:
    A EXPERIÊNCIA DO CEEP CAMPO PAULO FREIRE SANTALUZ - BA

  • Orientador : LUIS FLAVIO REIS GODINHO
  • Data: 28/07/2017
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  • Esta Dissertação se constitui em um trabalho de Conclusão do Mestrado Profissional de Educação do Campo apresentado ao Colegiado do Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e ao Centro de Formação de Professores (CFP), Amargosa – Bahia. O objetivo principal é analisar a experiência de implementação de um projeto de Educação Profissional do Campo e, por conseguinte, avaliar o desenvolvimento do projeto político pedagógico, a concepção de currículo, as dificuldades do processo ensino/aprendizagem sob a ótica dos Agentes Educacionais. Trata-se de um estudo de caso do CEEP CAMPO - Paulo Freire, no município de Santaluz, Bahia. Tem como base um quadro teórico para direcionamento metodológico da pesquisa, pautando-se na pesquisa engajada, nas abordagens da pesquisa quantitativa, qualitativa e no estudo de caso, além do método da pesquisa-ação, da avaliação institucional. Destaca-se, assim como os seguintes procedimentos: a técnica de entrevista, questionários aplicados, pesquisa documental e análise de dados, o que permitiu a construção satisfatória dos resultados. Em linhas gerais, pretende-se colaborar com o processo de desenvolvimento da escola estudada, além de contribuir com diretrizes e parâmetro fundamentais que orientem o processo educacional, o currículo integrado, a contextualização do ensino, o trabalho como princípio educativo e a interdisciplinaridade, de modo que possa garantir a formação humana com solidez. O que se pretende é elencar possibilidades para a vivência de novos valores e atitudes, tornando os alunos capazes de agir sobre a sua realidade.

  • FLAVIO ANDRE PEREIRA BASTOS
  • REFLETINDO SOBRE A SOBERANIA ALIMENTAR DAS 
    COMUNIDADES TRADICIONAIS DE FUNDO DE PASTO

  • Orientador : ANA CRISTINA NASCIMENTO GIVIGI
  • Data: 07/07/2017
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  • As comunidades tradicionais de Fundo de Pasto estão situadas no
    Semiárido do Estado da Bahia, Brasil, especialmente no bioma Caatinga e em áreas
    de transição com o Cerrado. O Fundo de Pasto é um modo de vida tradicional de
    viver no Sertão, de ocupação e uso comum dos territórios tradicionalmente
    ocupados. Estão inseridas na dinâmica de expansão do capitalismo e de
    territorialização do capital no campo brasileiro, sofrendo as consequências da
    exploração deste modelo representado atualmente pelo agronegócio, pela
    mineração e grandes obras/empreendimentos de infraestrutura. O objetivo do
    trabalho é contribuir com as comunidades de Fundo de Pasto na reflexão sobre a
    soberania alimentar. A perspectiva é motivar pessoas a responder ao desafio de
    promover transformações sociais e políticas que contribuam com um projeto de
    campo e de sociedade em favor dos interesses dos camponeses, neste caso em
    especial, dos interesses das comunidades tradicionais de Fundo de Pasto. A opção
    metodológica foi pela Pesquisa Participante e como ferramenta de coleta de dados
    foi utilizado o Círculo de Cultura, confirmando-os como instrumentos de grande
    potência para a pesquisa, reflexão crítica da realidade, construção e partilha de
    saberes, de comunhão, busca de alternativas e construção de ações coletivas para
    transformação da realidade pesquisada. Compreendo que a reflexão sobre a
    soberania alimentar dos Fundos de Pasto, articulada com os princípios e
    concepções da Educação do Campo, da Agroecologia e da Convivência com o
    Semiárido, pode dar uma importante contribuição às comunidades. Considero que o
    direito ao território tradicionalmente ocupado é condição para garantir a soberania
    alimentar das comunidades. O grande desafio está em como fazer a gestão dos
    territórios e o manejo agroecológico dos seus agroecossistemas para a produção
    diversificada de alimentos saudáveis. Proponho às comunidades de Fundo de Pasto
    a utilização do Círculo de Cultura como um instrumento capaz de propiciar este
    debate, com enorme potencial para se tornar um espaço continuado de formação
    intelectual e política, de crítica, de construção coletiva de conhecimentos, de
    planejamento e ação coletiva. A Educação do Campo tem um grande potencial para
    contribuir com as comunidades de Fundo de Pasto na luta por soberania alimentar e
    na construção do seu projeto educativo, no fortalecimento do seu modo de vida e
    para a sua reprodução social e política como comunidade tradicional.

  • EDNO DE JESUS ANDRADE
  • FORMAÇÃO DE EDUCADORES/AS NAS ESCOLAS DOS PROJETOS DE
    ASSENTAMENTOS RURAIS, NO MUNICÍPIO DE ITIÚBA-BA, NA
    PERSPECTIVA DO MOVIMENTO DE TRABALHADORES/AS
    ASSENTADOS/AS, ACAMPADOS/AS E QUILOMBOLAS – CETA

  • Orientador : GILSELIA MACEDO CARDOSO FREITAS
  • Data: 20/06/2017
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  • Nao possui.

  • EMILIO MARQUES NETO
  • ECOSSISTEMA ESCOLAR: Práxis Agroecológica e Educação do Campo

  • Orientador : SILVANA LUCIA DA SILVA LIMA
  • Data: 13/06/2017
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  • Este artigo tem como propósito apresentar o percurso histórico e os referencias teóricos e
    metodológicos que embasaram o trabalho de conclusão de curso junto ao Programa de Mestrado
    Profissional em Educação do Campo da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).
    Trata-se de uma proposta de material paradidático intitulada ECOSSISTEMA ESCOLAR -
    PRÁXIS AGROECOLÓGICA E EDUCAÇÃO DO CAMPO. Desenvolvido na Linha de
    Pesquisa “Trabalho, Movimentos Sociais e Educação”, a partir da pesquisa-ação orientada pelo
    materialismo histórico e dialético, que buscou nos princípios da Agroecologia e da Educação
    do Campo os fundamentos para construir um diálogo com a juventude camponesa, com os
    estudantes, professores (as) e trabalhadores (as) em geral, envolvidos direta e indiretamente
    com as comunidades escolares. Escolhemos como categorias de análise Trabalho e Cultura
    para mediar o diálogo, de maneira transdisciplinar, sobretudo a partir dos conceitos da Biologia,
    e assim contribuir com a transformação do ambiente escolar

  • FERNANDA FERREIRA DOS SANTOS
  • O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA FAMÍLIA AGRÍCOLA DO ALTO RIO PARDO NORTE DE MINAS GERAIS: UM PROJETO DE CAMPO EM DISPUTA

  • Orientador : ROSINEIDE PEREIRA MUBARACK GARCIA
  • Data: 23/04/2017
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  • presente pesquisa teve, como objetivo principal, a reconstrução colaborativa do Projeto Político Pedagógico (PPP) da Escola Família Agrícola do Território da Cidadania Alto Rio Pardo (EFAARP), no Norte de Minas Gerais. Assim, analisamos o projeto existente e desenvolvemos práticas formativas com os sujeitos desta escola, apresentando tal reconstrução, para avaliação e aprovação. Fizemos a opção por desenvolver esta pesquisa a partir da nossa percepção de que o PPP desta escola não dava conta de fazer uma leitura da realidade do campo neste território, em sua totalidade e contradições, não sendo, neste sentido, capaz de propor a construção de um projeto popular de desenvolvimento do campo. Partindo deste pressuposto e com o compromisso de realizar uma pesquisa com a classe trabalhadora e a seu serviço, desenvolvemos uma pesquisa-ação, através de quatro oficinas de formação com um grupo representativo de estudantes, famílias, educadores e parceiros da EFAARP. A pesquisa revelou a importância das práticas formativas colaborativas, para empoderar os sujeitos na construção de um PPP que represente seus anseios e necessidades, apontando ainda que é preciso dar continuidade ao desenvolvimento destas práticas formativas, junto a todos os sujeitos da EFAARP, para que seu PPP se constitua em um instrumento de luta e construção de um projeto popular de desenvolvimento do campo no Alto Rio Pardo.

2016
Descrição
  • MARCOS PAIVA PEREIRA
  • Plano de Formação Continuada de Professores do Campo:
    uma proposta construída a partir de investigação em uma escola
    pública baiana

  • Orientador : FABIO JOSUE SOUZA DOS SANTOS
  • Data: 30/03/2016
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  • PEREIRA, Marcos Paiva, Plano de Formação Continuada de Professores do Campo: uma
    proposta construída a partir de investigação em uma escola pública baiana.
    Trabalho de Conclusão do Curso de Mestrado Profissional em Educação do Campo.
    Amargosa-BA: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB, 2016. 150fl.
    O presente trabalho teve como objetivo a elaboração de uma proposta de formação de
    professores do campo voltada para a Organização do Trabalho Pedagógico inspirada no
    Projeto Político Pedagógico da Educação do Campo. Iniciou-se com uma investigação
    realizada na “Escola Estadual Bem Querer”, situada no interior do estado da Bahia e, a partir
    da analise dos dados e do referencial teórico estudado, chegou à apresentação de um “Plano
    de Formação Continuada de Professores do Campo”, entendido como produto final no âmbito
    do curso de Mestrado Profissional em Educação do Campo. O trabalho de campo realizou-se
    em uma escola que atende alunos da Educação Infantil aos anos finais do Ensino
    Fundamental, em tempo integral, em regime de alternância, e tem sido difundida como
    referência no Estado da Bahia por desenvolver um trabalho de relevância social junto aos
    estudantes do campo. Nesta fase do trabalho, procuramos analisar como a escola compreende
    a modalidade Educação do Campo e como se dá a Organização do Trabalho Pedagógico. Para
    tanto, nos ancoramos na abordagem qualitativa, nos valendo da aplicação da análise
    documental do Projeto Político Pedagógico da escola, projetos didáticos e planos de aula; de
    conversas informais com as gestoras da escola; da aplicação de questionários com 14
    professores; da observação do cotidiano escolar; e, finalmente, da aplicação da técnica do
    grupo focal, com 14 docentes. Partindo das informações coletadas, objetivamos a construção
    de um Plano de Formação Continuada de Professores do Campo, voltado não apenas para
    esta escola, mas para as demais instituições de ensino que atuam na educação dos sujeitos do
    campo. Para a construção deste Plano de Formação, além da análise dos dados de campo
    levantados na Escola Estadual Bem Querer, foram consideradas as contribuições de estudos
    que abordam a Educação do Campo (Arroyo, 2009; Bogo, 2009; Calazans, 1993; Caldart,
    2002, 2009, 2011; Freire, 1987; Freitas, 2002; Frigotto, 2012; Meneses-Neto, 1999; Molina,
    2015; Moura, 2014; Munarin, 2008, entre outros), a Organização do Trabalho Pedagógico
    (Duarte 2010; Freitas 2009; Pistrak 2011), Formação de Professores do Campo (Arroyo 2007;
    Caldart 2010; Freitas 2002; Moura 2014, etc.). Além disso, nos ancoramos nas contribuições
    da Pedagogia Histórico-crítica (Saviani 1984, 2013; Taffarel, 2010), entendida aqui como uma
    teorização educacional capaz de ampliar o olhar sobre as teorias pedagógicas e propor a sua
    superação.

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