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Banca de DEFESA: GABRIELA SOUZA DE OLIVEIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: GABRIELA SOUZA DE OLIVEIRA
DATA: 06/09/2019
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do Prédio de Solos
TÍTULO:

DIAGNÓSTICO FITOSSANITÁRIO PARTICIPATIVO: FERRAMENTA PARA O MANEJO DO HUANGLONGBING EM POMARES DE CITROS


PALAVRAS-CHAVES:

Agricultura familiar, Assistência técnica, Diaphorina citri, 174 Greening


PÁGINAS: 66
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Agronomia
RESUMO:

Na Bahia, a produção de citros ocupa uma posição de destaque, com alta relevância socioeconômica, caracterizando-se pelo seu modelo de exploração de base familiar. Entretanto, limitações de ordem fitossanitária muitas vezes colocam em risco o potencial produtivo o Huanglongbing (HLB) é a doença mais devastadora para a citricultura. Tem como vetor o psilídeo Diaphorina citri  Kuwayama, 1908 (Hemiptera: Liviidae). Essa doença ainda não foi registrada na  Bahia, porém a presença do vetor no estado pode contribuir para a introdução do HLB. Desse modo, os impactos econômicos derivados da introdução e  disseminação do HLB na Bahia podem ser minimizados pela identificação  precoce dessa doença. O objetivo deste trabalho foi realizar um diagnóstico fitossanitário participativo com citricultores do Recôncavo da Bahia, assim como registrar a percepção dos agricultores em relação ao HLB e seu vetor, visando à  conscientização dos mesmos sobre a importância da prevenção à introdução do  HLB na Bahia. O diagnóstico foi realizado por meio de entrevistas individuais, coletando-se informações sobre o produtor e contendo perguntas sobre a área plantada, manejo, identificação do HLB e reconhecimento do vetor. Os dados  foram coletados em cinco municípios de destaque na produção de citros localizados no território de identidade do Recôncavo da Bahia, sendo eles Santo Antônio de Jesus, Cruz das Almas, Governador Mangabeira, Muritiba e São Felipe. O tamanho da amostra levou em consideração os dados obtidos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), usando como referência a  área plantada de citros. No total, foram realizadas  entrevistas, com entrega posterior de uma cartilha com imagens coloridas sobre o vetor e os sintomas da  doença seguido de um dialogo sobre métodos de prevenção, visando facilitar o  entendimento e reconhecimento da presença do vetor e dos sintomas do HLB.  Na etapa seguinte, realizaram-se inspeções visuais nos pomares para identificar  ocorrência do psilídeo nas áreas de produção. Verificou-se que apenas 6% dos  agricultores afirmaram ter algum tipo de assistência técnica, 78% conseguem identificar alterações devido às pragas no pomar e aproximadamente 70%  checam a sanidade das plantas uma vez por semana. Em apenas 6% das  propriedades foram encontrados ovos do psilídeo e 74% não conhecem o HLB.  Mesmo com a tradição dos agricultores no cultivo de citros, o uso de tecnologias  é pouco utilizado. A falta de assistência técnica é um fator crucial para a desinformação dos produtores quanto à doença e seu manejo. Espera-e que o  diagnóstico possa contribuir para planejar os recursos que serão indispensáveis  para a execução de ações na defesa agropecuária, tanto as preventivas quanto, porventura, as de controle.   


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - KATIA CRISTINA LEAO DE MAGALHAES ABREU - UFRB
Presidente - 075.455.148-23 - MARILENE FANCELLI - EMBRAPA
Externo ao Programa - 3012049 - NICOLLE DE CARVALHO RIBEIRO
Notícia cadastrada em: 30/08/2019 12:08
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