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Banca de DEFESA: BAGA DE BAGACEIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: BAGA DE BAGACEIRA
DATA: 29/07/2019
HORA: 14:00
LOCAL: Sala 13 - CAHL/ Leite Alves
TÍTULO:

CHOQUEER DE MONSTRO: TIKAL BABADO E PAI AMOR E OS MODOS DE SENTIR E PERCEBER SUAS VESTES EM CACHOEIRA-BA


PALAVRAS-CHAVES:

Vestes; Sensibilidade; Queer; Corpo; Violência.


PÁGINAS: 140
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Comunicação
RESUMO:

Esta dissertação está imbuída sobre inquietações que visam à compreensão da dimensão das vestes nos corpos de Tikal Babado e Pai Amor. Na relação entre corpos vestimentados queers e a cidade de Cachoeira, na qual se insere a análise, buscamos abordar três eixos divididos nessa dissertação: o primeiro localiza a discussão em que estão seus corpos na dimensão de humanidade e monstruosidade que emprestam seus corpos adornados socialmente, em seguida convidamos para a discussão em que imperam os processos de violência e resistência acometidos ao corpo dito dissidente conjuntamente com sua expressão vestimentada e de seu caráter político enquanto sujeitxs atuantes, e por fim movimentamos as discussões da sensibilidade de acordo com a proposta discutida ao logo do trabalho sobre os modos pelos quais sentem e percebem a própria vestimenta, não deixando de lado as intersecções vivenciadas por seus corpos, como raça, gênero e sexualidade, e os desejos que permitem as suas cores, formas e texturas na projeção de suas dissidências adornadas. Para potencializar este cenário envolvido na pesquisa, apresentamos fotografias que dão a ver no trabalho a força que impetram as suas armaduras, convocadas aqui no sentido de apresentar a resistência do dito corpo que desobedece às ordens “eficazes” do vestir. A metodologia aplicada ao trabalho foi desenvolvida a partir de entrevistas, segundo as contribuições de Duarte (2005), na elaboração inicial de utilizar essa ferramenta metodológica dentro de uma perspectiva sensível pelo qual xs sujeitxs da pesquisa sentem e percebem sobre a própria vestimenta e como esta relação se insere socialmente. As histórias contadas por elxs e por nós se entrecruzam entre os estudos queers, artísticos, culturais e midiáticos que compõem suas vestimentas. As desestruturações provocadas neste trabalho remetem a um lugar em possamos estabelecer um campo sensível e potencialmente atuante do vestir sobre seus corpos, buscando caminhos que desvirtuem a atuação de formas, como a cisheterosupremacia dos corpos e de suas extensões.



MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1583959 - DANILLO SILVA BARATA
Presidente - 1277032 - RENATA PITOMBO CIDREIRA
Externo ao Programa - 1673145 - WILSON ROGERIO PENTEADO JUNIOR
Notícia cadastrada em: 22/07/2019 15:06
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