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Banca de QUALIFICAÇÃO: MARIANA FERREIRA SANTA CRUZ COIMBRA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIANA FERREIRA SANTA CRUZ COIMBRA
DATA: 11/12/2019
HORA: 08:00
LOCAL: Auditório de solos
TÍTULO:

BALANÇO DE NUTRIENTES EM ECOSSISTEMA BIOSALINO DE PRODUÇÃO DE PALMA FORRAGEIRA


PALAVRAS-CHAVES:

salinidade; matéria orgânica; semiárido; forrageira; sais; irrigação; água rica em sais


PÁGINAS: 15
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Agronomia
SUBÁREA: Ciência do Solo
RESUMO:

O semiárido brasileiro tem produção vegetal dependente da oferta de água e da qualidade de seus solos. Devido à alta evapotranspiração, aos baixos índices pluviométricos e à gênese do seu solo, o semiárido pernambucano apresenta águas salinas, sendo a salinidade um importante fator a ser superado para uma produção eficiente. A palma forrageira é uma importante alternativa para o cultivo no semiárido por ser adaptada às condições edafoclimáticas da região e que pode ser utilizada para a retirada do excesso de sais do solo através do seu cultivo. Tendo em vista superar o excesso de sais presente nos solos do semiárido pernambucano submetidos à irrigação com água de poços, que geralmente são salinas, a utilização de técnicas de manejo que visem balancear a extração de sais deste solo é uma forma de recuperar áreas degradas neste sentido. A matéria orgânica destaca-se pela alta capacidade de manutenção da umidade no solo, característica interessante na Caatinga devido à sua alta evapotranspiração. A realização deste trabalho objetivou avaliar o balanço de nutrientes no cultivo de Palma forrageira cv. Orelha de elefante mexicana, através da medição da entrada de nutrientes pelo solo, esterco caprino e água salina, e a saída de nutrientes da planta. O experimento foi instalado no Campo Experimental Caatinga, pertencente à Embrapa Semiárido, em Petrolina - PE (latitude 9° 8’ 8,9” S, longitude 40° 18’ 33,6” O, altitude 373m). O delineamento utilizado foi no esquema de parcelas subdivididas com quatro repetições, sendo as parcelas representadas por quatro lâminas de irrigação com água salina (0%, 20%, 40% e 60% da ET0), e as subparcelas pelas doses de matéria orgânica (0, 15, 30 e 45 Mg ha-1). O balanço de nutrientes foi avaliado em dois períodos diferentes, sendo estes aos 6 e 12 meses após o plantio. Espera-se com os resultados obtidos avaliar a capacidade desalinizadora desta planta e a sustentabilidade deste sistema ao longo do tempo como objeto de recuperação deste tipo de degradação do solo e ferramenta de manejo para o produtor evitar a salinização da área agrícola.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - GHERMAN GARCIA LEAL DE ARAÚJO - EMBRAPA
Externo ao Programa - 160.930.464-00 - HANS RAJ GHEYI - UFRB
Presidente - 1514031 - JULIO CESAR AZEVEDO NOBREGA
Notícia cadastrada em: 07/11/2019 10:48
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